Todo dia novas surpresas e ainda é muito engraçado. |
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Eu e Melissa, minha esposa, fomos a uma festa de aniversário de uma amiga dela que não via há muito tempo. Lá ela reencontrou alguns antigos amigos de escola, inclusive o Jairo. Ele já havia sido namorado dela, mas eu só fiquei sabendo disto depois de muito tempo de conversa com nós quatro sentados na mesma mesa (eu, minha esposa, ele e uma amiga dele). Melissa aproveitou um momento em que Jairo saiu da mesa para ir ao banheiro e sua amiga foi buscar mais guardanapos para me contar isto, que eles já haviam namorado brevemente na época de faculdade. Ela teve que me contar rapidamente, pois eles iriam voltar logo e este não era um tema legal para ser comentado a quatro ali. "Eu só estou te falando porque não quero esconder nada de você, odiaria que você descobrisse por acaso, mas não vai fazer nenhum 'escândalo' por causa disso, viu? É melhor fingir que nem te falei nada..." Concordei com ela, era melhor fingir que ela nem havia me contado nada, mesmo porque a esta altura a conversa já estava muito animada, e eu e Jairo já havíamos descoberto muitos pontos de interesse em comum, em política, esportes e cinema. Então, se ela tivesse me falado antes, talvez eu o ignorasse por ciúmes e não deixasse o papo esquentar, mas agora já era bem tarde demais. Logo ele voltou à mesa retomando a conversa do mesmo ponto em que paramos. De início eu fiquei sem jeito de continuar conversando tão animadamente com ele como estava fazendo antes, afinal como manter um papo animado com alguém que você sabe que já deve ter transado com sua esposa várias vezes? (Sim, a esta altura eu já havia concluído que se namoraram na época da faculdade, é claro que devem ter transado) Mas como disse, a conversa já estava quente e polêmica antes de ela me contar isto, então não demorou que eu acabasse participando de novo do papo, deixando um pouco de lado a idéia de que ele já deve ter transado com ela.
Então, a certa altura, a banda tocou música lenta e os casais começaram a dançar. Minha esposa sugeriu de irmos também e enquanto estávamos dançando ela me disse que precisava me contar algo. Eu respondi: "Se pretende me contar que ele estava esfregando o pé nas suas coxas por baixo da mesa nem precisa falar nada. Eu percebi tudo." "Amor! Você notou? E como você não fez nada?" "Fazer o quê? Não foi você que me falou para evitar escândalos?" "Mas... Nossa! Você continuou conversando com ele numa boa, como se não estivesse notando nada..." "Você também continuou conversando com ele numa boa..." "Ah, eu estava tentando disfarçar para a amiga dele não perceber nada." "Então, eu também estava tentando disfarçar." Enquanto dançávamos, o que não havia como eu disfarçar era o volume dentro da minha calça. Ela logo percebeu ele roçando em seu corpo enquanto dançávamos e comentou: "Você está de pau duro amor... Está excitado?" Ao invés de responder, devolvi a bola para ela: "É? Aposto como você também está excitada, não está?" Ela apenas sorriu, e apertou seu corpo mais contra o meu, para sentir melhor o volume do meu pau duro. "Vamos transar quando sairmos daqui?" Ela perguntou, cochichando sensualmente no meu ouvido. Passou pela minha cabeça que todo esse tesão dela pode ter começado na hora em que o ex esfregava sua coxa com o pé, e naquela noite ela poderia até acabar transando comigo lembrando-se de transas antigas entre eles. Mesmo assim, eu continuei excitado, muito excitado, e respondi para ela "Com certeza...", sem questionar as origens do tesão dela.
Com tudo isto, a conversa seguiu animada, indo de música a política, tv etc, e fomos dos últimos casais a sair da choperia, levantando para ir embora somente quando quase todos convidados do aniversário já haviam ido embora e o garçom veio avisar que a casa já ia fechar. Então, já na calçada Jairo sugeriu que fóssemos dormir no apartamento dele, pois como morávamos em outra cidade seria perigoso pegar a estrada àquela hora, depois de bebermos tanto. Nesta hora aquela sensação de que ele ainda iria conseguir comê-la naquela noite aumentou, e muito. Mas mesmo assim achei que havia lógica em seu raciocínio, seria mesmo muito perigoso pegarmos a estrada. Minha esposa concordou também e fomos os três para o apartamento dele, eu e ela em nosso carro seguindo o dele. Como era cidade pequena, essa viagem não demorou nem cinco minutos, tempo suficiente apenas para ela dizer de novo: "Amor, preciso te falar uma coisa de novo..." Notei que ela já desconfiava que eu havia notado, se não tudo, pelo menos parte da ação, e fiz o mesmo comentário de antes: "Se é para falar de novo que ele ficou te esfregando toda com o pé dele, não se preocupe que eu já sei. Não tinha como não notar..." Sem saber o que falar, mas visivelmente ainda excitada, ela disse: "Nossa, amor... Nunca achei que você fosse tão pouco ciumento..." "Ah, pelo visto eu não tenho muita alternativa, né? Se ele até já te comeu muitas vezes antes, que diferença faz ele te esfregar um pé agora ou não, né?" "Ai, amor, que exagero... Não foi muitas vezes... Só algumas, né? A gente não namorou tanto tempo assim..." "Bem, mas comeu, não comeu? E com certeza ele está todo achando que vai conseguir te comer de novo hoje..." "Você acha???" "Com certeza. Por que você acha que ele está querendo que a gente passe a noite lá? Com certeza vai tentar te agarrar no meio da noite..." "Nossa!... Então é melhor a gente ficar juntos a noite inteira para ele nem tentar, não é?" Ela disse, sorrindo, achando tudo engraçado, pelo modo sacana com que levamos essa conversa, ambos um pouco afetados pela bebida.
Então quando sai do banheiro, ele entrou para tomar seu banho, e ela de novo veio me contar que ele "tentou" agarrá-la. Respondi cochichando: "Tentou nada. Ele agarrou mesmo. Eu ouvi tudo lá de dentro. Aliás, por isso que estou falando para você cochichar bem baixo agora, porque senão dá para ouvir tudo lá de dentro..." De novo ela demonstrou, ou fingiu demonstrar, surpresa de eu não ter feito nada mesmo tendo ouvido tudo. E de novo eu segui naquele mesmo raciocínio que havia falado antes: "Para alguém que já te comeu várias vezes antes, que diferença faz dar uma passada de mão na sua bunda?" "Nossa, você acha mesmo que ele fez isso? Como você pode saber se estava dentro do banheiro?" Essa resposta dela foi sorrindo, não parecia nem um pouco preocupada de seu marido perceber isso, mesmo porque eu também estava demonstrando muito senso de humor com tudo isso. Então eu disse: "Não foi? Só se foi seus seios então que ele agarrou? Ou sua buceta? E nem adianta tentar negar porque eu ouvi você dizendo 'tira a mão daí' claramente." Ela não tentou negar, e parecia muito excitada! Muito mesmo! Só continuou sorrindo, e eu até achei que este comentário que fiz aumentou seu tesão mais ainda. Ela me abraçou e começou a me beijar ardentemente, agarrando meu pau que continuava duro e até tirando ele para fora da calça. Não perguntei para ela porque todo esse tesão mas, igualmente excitado, enfiei a mão por baixo do seu vestido, entre suas pernas, e senti sua buceta encharcada de tesão, do mesmo jeito que Jairo devia ter sentido há alguns minutos enquanto eu estava no banho. Mas Jairo foi muito mais rápido no banho do que eu, e eu e Melissa nos separamos, disfarçando, assim que ouvimos ele abrindo a porta.
Jairo montou duas camas improvisadas no chão da sala para a gente, e logo estávamos deitados para dormir e ele se trancou em seu quarto. "Vamos esperar ele apagar a luz antes de transarmos. Senão ele pode sair e passar para a cozinha pegando a gente no meio da transa." Eu disse, e enquanto esperávamos comentamos sobre o "convite" que ele fez de ela ir em seu quarto no meio da noite. "Aposto como ele vai ficar a noite toda te esperando, de pau duro, e quando ver que você não vai, vai ter que bater uma punheta para se acalmar...." Ela riu, e disse "Com certeza que ele não vai vir tentar me agarrar aqui, não é?" Eu respondi: "Com certeza que não, mas se viesse, com o tesão que você está, aposto como conseguia te comer fácil fácil." "Ai, amor. Que isso! Imagina!" Ela disse, fingindo protestar, mas disse com uma voz muito sensual, não conseguindo esconder seu tesão, porque nessa hora eu até esfreguei a buceta dela rapidamente e senti seu tesão, e ela estava muito encharcada, adorando a situação. Tivemos que interromper a conversa duas vezes porque ele passou para a cozinha, momento em que ambos fingimos que estávamos dormindo. Então como ele podia sair mais uma vez do quarto, ficamos esperando em silêncio ele apagar a luz para nossa transa. Enquanto isso fiquei pensando no que devia estar excitando ela mais naquele momento, a possibilidade de ele a comer de novo? O fato de eu saber que ele já a comeu e não brigar por isso? O fato de ela estar em um apartamento junto com dois homens que já a comeu sentindo tesão por ela? Meus pensamentos foram se misturando a sonhos pois fui adormecendo, cansado pela viagem e também por tudo que bebemos. A certa altura cheguei a sonhar que ele havia se deitado sobre ela e estava comendo-a ali no meu lado, mas abri os olhos e vi que foi só sonho. A sala continuava escura e silenciosa, e notei que ela também havia adormecido enquanto esperava a luz se apagar, então voltei a dormir.
Fiquei deitado pensando nisso enquanto vi ela no escuro quase total indo para a porta do banheiro, vestida apenas com a roupa que estava dormindo, uma camiseta sem sutiã e calcinha. Parecia estar até cambaleando com o tesão que estava sentindo. Ou será que era exagero meu e essa cambaleada era apenas por causa da bebida e do sono? Logo eu iria descobrir, depois que ela entrou no banheiro e fechou a porta, vi a porta do quarto dele abrindo e quase não dava para ver nada depois que ele a fechou, e ele, que havia saído da claridade, com certeza estava vendo menos ainda no corredor. Então ele chegou a tropeçar no meu colchão quando veio verificar, tateando, se era ela mesma que havia entrado no banheiro. Ele ficou parado, e como eu me mantive imóvel mesmo com a chacoalhada no colchão, com certeza deduziu que eu estava dormindo. Ele voltou para a porta do banheiro, parado perto dela de tocaia para quando ela abrisse para sair, e aquela sensação de que havia chegado a hora de eu levar um chifre caprichado aumentou mais que nunca.
Então, depois de um bom banho, ela abriu a porta e ficou surpresa, ou fingiu ficar surpresa, em vê-lo ali apenas de bermuda de dormir empurrando-a de volta para dentro do banheiro, e ela, fazendo-se de difícil disse "Mas o quê???" Com a pressa dele em fechar logo a porta, ela acabou batendo com mais força que deveria, fazendo um barulho que com certeza me acordaria se eu estivesse dormindo... Ouvi ele cochichando algo para ela lá dentro, e então ouvi ela respondendo: "Não se preocupa, o sono dele é pesado." Isto era uma bela mentira, pois ela sabe que meu sono é, na verdade, bem leve. Então fui para trás da porta para ouvir mais. Ela continuava se fazendo de difícil, mas de modo não muito convincente: "Ai, pára! Não! Tira a mão daí!" E depois de alguns agarros dele, ela disse: "Não! Me devolve isso!" Percebi o que ela estava pedindo para ele devolver quando vi pela fresta embaixo da porta sua camiseta caindo no chão. Então ouvi barulhos de chupadas. Ele estava chupando seus seios com certeza. Ela continuava dizendo "Não! Pára!" mas sua voz agora era um verdadeiro gemido, cheia de tesão, e ela nem tentava falar baixo para eu não ouvir. Com certeza sabia que eu devia estar ali de ouvidos atentos que nem quando ele a agarrou enquanto eu tomava banho. Fiquei tentando adivinhar se todo esse tesão era só pela chupada ou se ele estava bolinando sua buceta também... "Ai... Hm... Pára... Não... Hm..." Eu não tinha dúvida de que ele ia mesmo comê-la logo, mas só me perguntava se seria dentro do banheiro mesmo, ou se ele ainda iria levá-la para a cama. Logo minha dúvida foi respondida.
Quando achei que já era seguro, parei de pensar nestas coisas e fui para trás da porta. Ela já estava gemendo, derretendo-se de tesão com as carícias dele em sua buceta enquanto ele chupava seus seios, ambos de pé, tudo isto pelo que concluí pelos sons e pelo que eu podia ver por baixo da fresta da porta. Então vi os joelhos dela abaixando-se ao chão, e ele começou a gemer com muito tesão. Percebi que ela estava chupando o pau dele, ajoelhada no chão. Não demorou até ele dizer "Vem" e eu ver os pés dela sumindo do chão, pois estava subindo na cama. Ele subiu em seguida e logo começou a meter para valer nela, com a cama rangendo sem parar. Ainda bem que ela havia inventado para ele que meu sono era pesado, porque era mesmo muito barulho que a cama estava fazendo!
Pelo visto, ela saber que eu havia percebido ele bolinando ela no restauante, e depois agarrado-a enquanto eu tomava banho, e não ter feito nada, deixou-a excitada e inspirada para ir muito além, e com certeza estava adorando. Até esta noite nunca achei que ela fosse capaz de gozar tanto assim com outro homem, e depois de ambos gozarem muito, quando achei que já estavam parando, corri de volta para a cama e fiquei esperando ela retornar. Demorou ainda um pouco pois ela resolveu tomar outro banho após se despedir do garanhão, mas mesmo assim eu não adormeci desta vez, e com a adrenalina a mil e o pau doendo de tão duro esperei ela retornar para eu também satisfazer meu tesão em sua buceta. Quando voltou ela perguntou surpresa: "Ainda está acordado?" Respondi de forma direta: "Claro, depois de ouvir tanto gemido seu você acha que consigo dormir? Agora quero transar também!" Ela ficou surpresa, ou fingiu ficar surpresa, e perguntou de modo bem falso e sorrindo maliciosamente: "Nossa, deu para ouvir, amor?..." Eu apenas disse: "Safada... Como você foi ficar tão safadinha assim, ein?" enquanto já fui abraçando-a e beijando seu corpo. "Ai, amor, me diz, se você ouviu tudo, por que não fez nada?..." Ela perguntou, mas não foi uma pergunta "séria", ela disse isto sorrindo e gemendo, contorcendo-se de tesão, e ficando com a buceta toda encharcada de novo na minha mão. Eu respondi: "Porque sabia que você estava gostando de eu ouvir..." Desde o restaurante que ela já devia estar concluindo pelas minhas reações que eu não ia fazer nada mesmo, e logo já estava enfiando meu pau na buceta dela, com ela gozando tão gostoso como havia acabado de gozar com o ex, mas dessa vez com nós dois tomando o cuidado de gemer bem baixinho para ele não ouvir.
Então, a certa altura, a banda tocou música lenta e os casais começaram a dançar. Minha esposa sugeriu de irmos também e enquanto estávamos dançando ela me disse que precisava me contar algo. Eu respondi: "Se pretende me contar que ele estava esfregando o pé nas suas coxas por baixo da mesa nem precisa falar nada. Eu percebi tudo." "Amor! Você notou? E como você não fez nada?" "Fazer o quê? Não foi você que me falou para evitar escândalos?" "Mas... Nossa! Você continuou conversando com ele numa boa, como se não estivesse notando nada..." "Você também continuou conversando com ele numa boa..." "Ah, eu estava tentando disfarçar para a amiga dele não perceber nada." "Então, eu também estava tentando disfarçar." Enquanto dançávamos, o que não havia como eu disfarçar era o volume dentro da minha calça. Ela logo percebeu ele roçando em seu corpo enquanto dançávamos e comentou: "Você está de pau duro amor... Está excitado?" Ao invés de responder, devolvi a bola para ela: "É? Aposto como você também está excitada, não está?" Ela apenas sorriu, e apertou seu corpo mais contra o meu, para sentir melhor o volume do meu pau duro. "Vamos transar quando sairmos daqui?" Ela perguntou, cochichando sensualmente no meu ouvido. Passou pela minha cabeça que todo esse tesão dela pode ter começado na hora em que o ex esfregava sua coxa com o pé, e naquela noite ela poderia até acabar transando comigo lembrando-se de transas antigas entre eles. Mesmo assim, eu continuei excitado, muito excitado, e respondi para ela "Com certeza...", sem questionar as origens do tesão dela.
Com tudo isto, a conversa seguiu animada, indo de música a política, tv etc, e fomos dos últimos casais a sair da choperia, levantando para ir embora somente quando quase todos convidados do aniversário já haviam ido embora e o garçom veio avisar que a casa já ia fechar. Então, já na calçada Jairo sugeriu que fóssemos dormir no apartamento dele, pois como morávamos em outra cidade seria perigoso pegar a estrada àquela hora, depois de bebermos tanto. Nesta hora aquela sensação de que ele ainda iria conseguir comê-la naquela noite aumentou, e muito. Mas mesmo assim achei que havia lógica em seu raciocínio, seria mesmo muito perigoso pegarmos a estrada. Minha esposa concordou também e fomos os três para o apartamento dele, eu e ela em nosso carro seguindo o dele. Como era cidade pequena, essa viagem não demorou nem cinco minutos, tempo suficiente apenas para ela dizer de novo: "Amor, preciso te falar uma coisa de novo..." Notei que ela já desconfiava que eu havia notado, se não tudo, pelo menos parte da ação, e fiz o mesmo comentário de antes: "Se é para falar de novo que ele ficou te esfregando toda com o pé dele, não se preocupe que eu já sei. Não tinha como não notar..." Sem saber o que falar, mas visivelmente ainda excitada, ela disse: "Nossa, amor... Nunca achei que você fosse tão pouco ciumento..." "Ah, pelo visto eu não tenho muita alternativa, né? Se ele até já te comeu muitas vezes antes, que diferença faz ele te esfregar um pé agora ou não, né?" "Ai, amor, que exagero... Não foi muitas vezes... Só algumas, né? A gente não namorou tanto tempo assim..." "Bem, mas comeu, não comeu? E com certeza ele está todo achando que vai conseguir te comer de novo hoje..." "Você acha???" "Com certeza. Por que você acha que ele está querendo que a gente passe a noite lá? Com certeza vai tentar te agarrar no meio da noite..." "Nossa!... Então é melhor a gente ficar juntos a noite inteira para ele nem tentar, não é?" Ela disse, sorrindo, achando tudo engraçado, pelo modo sacana com que levamos essa conversa, ambos um pouco afetados pela bebida.
Então quando sai do banheiro, ele entrou para tomar seu banho, e ela de novo veio me contar que ele "tentou" agarrá-la. Respondi cochichando: "Tentou nada. Ele agarrou mesmo. Eu ouvi tudo lá de dentro. Aliás, por isso que estou falando para você cochichar bem baixo agora, porque senão dá para ouvir tudo lá de dentro..." De novo ela demonstrou, ou fingiu demonstrar, surpresa de eu não ter feito nada mesmo tendo ouvido tudo. E de novo eu segui naquele mesmo raciocínio que havia falado antes: "Para alguém que já te comeu várias vezes antes, que diferença faz dar uma passada de mão na sua bunda?" "Nossa, você acha mesmo que ele fez isso? Como você pode saber se estava dentro do banheiro?" Essa resposta dela foi sorrindo, não parecia nem um pouco preocupada de seu marido perceber isso, mesmo porque eu também estava demonstrando muito senso de humor com tudo isso. Então eu disse: "Não foi? Só se foi seus seios então que ele agarrou? Ou sua buceta? E nem adianta tentar negar porque eu ouvi você dizendo 'tira a mão daí' claramente." Ela não tentou negar, e parecia muito excitada! Muito mesmo! Só continuou sorrindo, e eu até achei que este comentário que fiz aumentou seu tesão mais ainda. Ela me abraçou e começou a me beijar ardentemente, agarrando meu pau que continuava duro e até tirando ele para fora da calça. Não perguntei para ela porque todo esse tesão mas, igualmente excitado, enfiei a mão por baixo do seu vestido, entre suas pernas, e senti sua buceta encharcada de tesão, do mesmo jeito que Jairo devia ter sentido há alguns minutos enquanto eu estava no banho. Mas Jairo foi muito mais rápido no banho do que eu, e eu e Melissa nos separamos, disfarçando, assim que ouvimos ele abrindo a porta.
Jairo montou duas camas improvisadas no chão da sala para a gente, e logo estávamos deitados para dormir e ele se trancou em seu quarto. "Vamos esperar ele apagar a luz antes de transarmos. Senão ele pode sair e passar para a cozinha pegando a gente no meio da transa." Eu disse, e enquanto esperávamos comentamos sobre o "convite" que ele fez de ela ir em seu quarto no meio da noite. "Aposto como ele vai ficar a noite toda te esperando, de pau duro, e quando ver que você não vai, vai ter que bater uma punheta para se acalmar...." Ela riu, e disse "Com certeza que ele não vai vir tentar me agarrar aqui, não é?" Eu respondi: "Com certeza que não, mas se viesse, com o tesão que você está, aposto como conseguia te comer fácil fácil." "Ai, amor. Que isso! Imagina!" Ela disse, fingindo protestar, mas disse com uma voz muito sensual, não conseguindo esconder seu tesão, porque nessa hora eu até esfreguei a buceta dela rapidamente e senti seu tesão, e ela estava muito encharcada, adorando a situação. Tivemos que interromper a conversa duas vezes porque ele passou para a cozinha, momento em que ambos fingimos que estávamos dormindo. Então como ele podia sair mais uma vez do quarto, ficamos esperando em silêncio ele apagar a luz para nossa transa. Enquanto isso fiquei pensando no que devia estar excitando ela mais naquele momento, a possibilidade de ele a comer de novo? O fato de eu saber que ele já a comeu e não brigar por isso? O fato de ela estar em um apartamento junto com dois homens que já a comeu sentindo tesão por ela? Meus pensamentos foram se misturando a sonhos pois fui adormecendo, cansado pela viagem e também por tudo que bebemos. A certa altura cheguei a sonhar que ele havia se deitado sobre ela e estava comendo-a ali no meu lado, mas abri os olhos e vi que foi só sonho. A sala continuava escura e silenciosa, e notei que ela também havia adormecido enquanto esperava a luz se apagar, então voltei a dormir.
Fiquei deitado pensando nisso enquanto vi ela no escuro quase total indo para a porta do banheiro, vestida apenas com a roupa que estava dormindo, uma camiseta sem sutiã e calcinha. Parecia estar até cambaleando com o tesão que estava sentindo. Ou será que era exagero meu e essa cambaleada era apenas por causa da bebida e do sono? Logo eu iria descobrir, depois que ela entrou no banheiro e fechou a porta, vi a porta do quarto dele abrindo e quase não dava para ver nada depois que ele a fechou, e ele, que havia saído da claridade, com certeza estava vendo menos ainda no corredor. Então ele chegou a tropeçar no meu colchão quando veio verificar, tateando, se era ela mesma que havia entrado no banheiro. Ele ficou parado, e como eu me mantive imóvel mesmo com a chacoalhada no colchão, com certeza deduziu que eu estava dormindo. Ele voltou para a porta do banheiro, parado perto dela de tocaia para quando ela abrisse para sair, e aquela sensação de que havia chegado a hora de eu levar um chifre caprichado aumentou mais que nunca.
Então, depois de um bom banho, ela abriu a porta e ficou surpresa, ou fingiu ficar surpresa, em vê-lo ali apenas de bermuda de dormir empurrando-a de volta para dentro do banheiro, e ela, fazendo-se de difícil disse "Mas o quê???" Com a pressa dele em fechar logo a porta, ela acabou batendo com mais força que deveria, fazendo um barulho que com certeza me acordaria se eu estivesse dormindo... Ouvi ele cochichando algo para ela lá dentro, e então ouvi ela respondendo: "Não se preocupa, o sono dele é pesado." Isto era uma bela mentira, pois ela sabe que meu sono é, na verdade, bem leve. Então fui para trás da porta para ouvir mais. Ela continuava se fazendo de difícil, mas de modo não muito convincente: "Ai, pára! Não! Tira a mão daí!" E depois de alguns agarros dele, ela disse: "Não! Me devolve isso!" Percebi o que ela estava pedindo para ele devolver quando vi pela fresta embaixo da porta sua camiseta caindo no chão. Então ouvi barulhos de chupadas. Ele estava chupando seus seios com certeza. Ela continuava dizendo "Não! Pára!" mas sua voz agora era um verdadeiro gemido, cheia de tesão, e ela nem tentava falar baixo para eu não ouvir. Com certeza sabia que eu devia estar ali de ouvidos atentos que nem quando ele a agarrou enquanto eu tomava banho. Fiquei tentando adivinhar se todo esse tesão era só pela chupada ou se ele estava bolinando sua buceta também... "Ai... Hm... Pára... Não... Hm..." Eu não tinha dúvida de que ele ia mesmo comê-la logo, mas só me perguntava se seria dentro do banheiro mesmo, ou se ele ainda iria levá-la para a cama. Logo minha dúvida foi respondida.
Quando achei que já era seguro, parei de pensar nestas coisas e fui para trás da porta. Ela já estava gemendo, derretendo-se de tesão com as carícias dele em sua buceta enquanto ele chupava seus seios, ambos de pé, tudo isto pelo que concluí pelos sons e pelo que eu podia ver por baixo da fresta da porta. Então vi os joelhos dela abaixando-se ao chão, e ele começou a gemer com muito tesão. Percebi que ela estava chupando o pau dele, ajoelhada no chão. Não demorou até ele dizer "Vem" e eu ver os pés dela sumindo do chão, pois estava subindo na cama. Ele subiu em seguida e logo começou a meter para valer nela, com a cama rangendo sem parar. Ainda bem que ela havia inventado para ele que meu sono era pesado, porque era mesmo muito barulho que a cama estava fazendo!
Pelo visto, ela saber que eu havia percebido ele bolinando ela no restauante, e depois agarrado-a enquanto eu tomava banho, e não ter feito nada, deixou-a excitada e inspirada para ir muito além, e com certeza estava adorando. Até esta noite nunca achei que ela fosse capaz de gozar tanto assim com outro homem, e depois de ambos gozarem muito, quando achei que já estavam parando, corri de volta para a cama e fiquei esperando ela retornar. Demorou ainda um pouco pois ela resolveu tomar outro banho após se despedir do garanhão, mas mesmo assim eu não adormeci desta vez, e com a adrenalina a mil e o pau doendo de tão duro esperei ela retornar para eu também satisfazer meu tesão em sua buceta. Quando voltou ela perguntou surpresa: "Ainda está acordado?" Respondi de forma direta: "Claro, depois de ouvir tanto gemido seu você acha que consigo dormir? Agora quero transar também!" Ela ficou surpresa, ou fingiu ficar surpresa, e perguntou de modo bem falso e sorrindo maliciosamente: "Nossa, deu para ouvir, amor?..." Eu apenas disse: "Safada... Como você foi ficar tão safadinha assim, ein?" enquanto já fui abraçando-a e beijando seu corpo. "Ai, amor, me diz, se você ouviu tudo, por que não fez nada?..." Ela perguntou, mas não foi uma pergunta "séria", ela disse isto sorrindo e gemendo, contorcendo-se de tesão, e ficando com a buceta toda encharcada de novo na minha mão. Eu respondi: "Porque sabia que você estava gostando de eu ouvir..." Desde o restaurante que ela já devia estar concluindo pelas minhas reações que eu não ia fazer nada mesmo, e logo já estava enfiando meu pau na buceta dela, com ela gozando tão gostoso como havia acabado de gozar com o ex, mas dessa vez com nós dois tomando o cuidado de gemer bem baixinho para ele não ouvir.
























